Diogo Piçarra – Sopro

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  1. Letra:
    Passo a passo
    Nua face
    Teu disfarce
    Para te fazeres ouvir
    Conta agora a tua forma
    De roubar e ocultar os meus sentidos
    Dizes que me entendes
    Sem me conhecer
    Passo em falso
    Entra em colapso
    Por pensar que um dia te podia ter

    Invento formas para querer
    Recrio histórias para te ver
    Tão perto, tão longe
    Onde estás
    De repente pergunto

    Como posso dar
    Se tu nunca estás
    Às vezes sinto
    Que a medo respiro
    Quando um sopro teu me retira
    O resto que sou

    Lado a lado
    Meu retrato
    É teu fardo
    O nosso doce amargo
    Cobre o tempo que gastaste
    Nessa arte de apagar o passado Vives só para ti
    E recusas
    Voltar, poder, sentir, curar, fluir, sem pensar

    Como posso dar
    Se tu nunca estás
    Às vezes sinto
    Que a medo respiro
    Quando um sopro teu me retira
    O resto que sou

    Invento formas para querer (do que sou)
    Recrio histórias para te ver
    Invento formas para querer
    De repente pergunto

    Como posso dar
    Se tu nunca estás
    Às vezes sinto
    Que a medo respiro
    Quando um sopro teu me retira

    Como posso dar
    Se tu nunca estás
    Às vezes sinto
    Que a medo respiro
    Quando um sopro teu me retira
    O resto que sou

  2. Letra:
    Passo a passo
    Nua face
    Teu disfarce
    Para te fazeres ouvir
    Conta agora a tua forma
    De roubar e ocultar os meus sentidos
    Dizes que me entendes
    Sem me conhecer
    Passo em falso
    Entra em colapso
    Por pensar que um dia te podia ter

    Invento formas para querer
    Recrio histórias para te ver
    Tão perto, tão longe
    Onde estás
    De repente pergunto

    Como posso dar
    Se tu nunca estás
    Às vezes sinto
    Que a medo respiro
    Quando um sopro teu me retira
    O resto que sou

    Lado a lado
    Meu retrato
    É teu fardo
    O nosso doce amargo
    Cobre o tempo que gastaste
    Nessa arte de apagar o passado
    Vives só para ti
    E recusas
    Voltar, poder, sentir, curar, fluir, sem pensar

    Como posso dar
    Se tu nunca estás
    Às vezes sinto
    Que a medo respiro
    Quando um sopro teu me retira
    O resto que sou (do que sou)

    Invento formas para querer
    Recrio histórias para te ver
    Invento formas para querer
    De repente pergunto

    Como posso dar
    Se tu nunca estás
    Às vezes sinto
    Que a medo respiro
    Quando um sopro teu me retira

    Como posso dar
    Se tu nunca estás
    Às vezes sinto
    Que a medo respiro
    Quando um sopro teu me retira
    O resto que sou

  3. Passo a passo
    Nua face
    Teu disfarce
    Para te fazeres ouvir
    Conta agora a tua forma
    De roubar e ocultar os meus sentidos
    Dizes que me entendes
    Sem me conheceres
    Passo em falso
    Entra em colapso
    Por pensar que um dia te podia ter

    Invento formas para querer
    Recrio histórias para te ver

    Tão perto, tão longe
    Onde estás
    De repente pergunto

    Como posso dar
    Se tu nunca estás
    Às vezes sinto
    Que o medo respiro
    Quando um sopro teu me retira
    O resto que sou

    Lado a lado
    Meu retrato
    É teu fardo
    O nosso doce amargo
    Cobre o tempo que gastaste
    Nessa arte de apagar o passado
    Vives só para ti
    E recusas
    Voltar, poder, sentir, curar, florir, sem pensar

    Como posso dar
    Se tu nunca estás
    Às vezes sinto
    Que o medo respiro
    Quando um sopro teu me retira
    O resto que sou

    Invento formas para querer (do que sou)
    Recrio história para te ver
    Invento formas para querer
    De repente pergunto

    Como posso dar
    Se tu nunca estás
    Às vezes sinto
    Que o medo respiro
    Quando um sopro teu me retira

    Como posso dar
    Se tu nunca estás
    Às vezes sinto
    Que o medo respiro
    Quando um sopro teu me retira
    O resto que sou

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